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quinta-feira, 5 de junho de 2014
O Prólogo do Quinto
Hideo Kojima, o famoso criador de Metal Gear, resolveu dividir o quinto título da série Solid em duas partes. Ground Zeroes é a primeira, um prólogo para nos acostumarmos com a nova premissa de mundo aberto, não ficarmos tanto tempo longe da franquia e, claro, ajudar a fundear os custos cada vez mais astronômicos do desenvolvimento de jogos AAA.
A questão é: um prólogo, que custa meio jogo, vale o "investimento"?
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Cola nO Cara!
Eu não sou muito fã do estilo "Nickelodeon" dos desenhos animados modernos, que parecem tentar ser feios de propósito. Então, quando o Stick it to the Man! veio "de graça" (muitas aspas aí) na Plus, minha impressão inicial foi meio "meh". Ainda assim, "de graça" (mesmo entre aspas) até injeção na testa, então baixei o joguinho e fui conferir.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Navinha HD
Considerado pelos críticos o melhor exclusivo no lançamento do PS4, Resogun foi um dos primeiros jogos "grátis" da Plus. E ele continua "grátis" até hoje, ao passo que os outros jogos são oferecidos pelo serviço só durante um mês. Eu não sou tão fã assim de shoot'em ups, mas como de graça até injeção na testa, fui conferir.
Quod Erat Demonstrandum
Ano passado, durante uma conferência em Barcelona, um game designer apresentou dados que demonstram que, pelo menos no Xbox 360, jogos com demos vendem metade do que jogos que só tem trailers. O problema, como dirão os estatísticos, é que correlação não implica em causalidade. Resta saber se são as demos que fazem jogos vender menos... Ou se simplesmente os jogos que vendem mais (como as continuações das consagradas franquias AAA) não costumam disponibilizar demos.
Eu, como consumidor, gosto de demos. É legal ter uma noção da jogabilidade, por meia hora que seja, antes de afundar meu suado dinheirinho num jogo. Uma das primeiras coisas que eu fiz no meu novo console foi baixar as demos disponíveis de jogos que me pareciam interessantes. Veja o que eu achei delas...
quarta-feira, 14 de maio de 2014
O Quarto Post-Scriptum
Eu já comentei que, na geração passada, me arrependi de ter escolhido o console da Microsoft. Por isso, na hora de entrar na nova geração, virei a casaca do avesso e pulei para o barco da Sony. Seguem minhas primeiras impressões do novo brinquedinho da garotada, que anda vendendo milhões mundo afora...
quinta-feira, 6 de março de 2014
Deixa para a Oitava
Nesse começo de geração existem vários jogos que podem ser jogados tanto no seu console antigo quanto num novo console. Há títulos cross-gen, ports da versão de PC ou sequências (confirmadas ou não) daquele game que você ainda não teve tempo de jogar.
Eu fiz a lista dos jogos que eu vou deixar para jogar quando eu comprar meu novo console, e explico o motivo que justifica a espera. Minha dúvida é: depois de jogar, em que geração eu destaco os melhores?
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