quarta-feira, 21 de maio de 2014
Navinha HD
Considerado pelos críticos o melhor exclusivo no lançamento do PS4, Resogun foi um dos primeiros jogos "grátis" da Plus. E ele continua "grátis" até hoje, ao passo que os outros jogos são oferecidos pelo serviço só durante um mês. Eu não sou tão fã assim de shoot'em ups, mas como de graça até injeção na testa, fui conferir.
Quod Erat Demonstrandum
Ano passado, durante uma conferência em Barcelona, um game designer apresentou dados que demonstram que, pelo menos no Xbox 360, jogos com demos vendem metade do que jogos que só tem trailers. O problema, como dirão os estatísticos, é que correlação não implica em causalidade. Resta saber se são as demos que fazem jogos vender menos... Ou se simplesmente os jogos que vendem mais (como as continuações das consagradas franquias AAA) não costumam disponibilizar demos.
Eu, como consumidor, gosto de demos. É legal ter uma noção da jogabilidade, por meia hora que seja, antes de afundar meu suado dinheirinho num jogo. Uma das primeiras coisas que eu fiz no meu novo console foi baixar as demos disponíveis de jogos que me pareciam interessantes. Veja o que eu achei delas...
quarta-feira, 14 de maio de 2014
O Quarto Post-Scriptum
Eu já comentei que, na geração passada, me arrependi de ter escolhido o console da Microsoft. Por isso, na hora de entrar na nova geração, virei a casaca do avesso e pulei para o barco da Sony. Seguem minhas primeiras impressões do novo brinquedinho da garotada, que anda vendendo milhões mundo afora...
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Anti-sala
Gostar de um jogo é uma coisa. Recomendá-lo aos amigos é outra. Eu realmente gostei muito de Antichamber, mas não é tão fácil assim recomendá-lo para qualquer pessoa.
Parafraseando a Nextel: Antichamber é exclusivo de PC, é mouse e teclado, é abstrato, é lateral thinking, é puzzle psicológico, é não euclidiano, pode ser para você.
Depende de quem você é, ou melhor, do que gosta e de onde joga. Vou tentar me explicar.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Spoilers de Spec Ops: The Line!
Quando a única coisa que você faz num jogo é atirar, eu fico entediado muito rápido. O negócio tem que ser muito over the top (como Vanquish) para manter meu interesse. Em geral, eu prefiro quando o jogo mistura outros elementos fora o tiroteio, como stealth (vide Splinter Cell e Metal Gear) ou plataforma (Tomb Raider e Uncharted).
Se você gosta de Call of Duty e/ou Battlefield, não se ofenda, mas para mim os shooters militares são o cúmulo do enfado. Eu admito ter gostado muito do primeiro Modern Warfare, principalmente por causa da missão de stealth e da crítica embutida na missão do avião (olha a variedade aí). Mas fora isso, é tudo muito repetitivo, não só dentro de um mesmo jogo, como de um jogo para o outro.
Apesar de desiludido com o gênero, resolvi dar uma chance a Spec Ops: The Line. Afinal, embora não tenha sido tão bem avaliado na época de seu lançamento, seu reconhecimento foi crescendo depois: ele levou os prêmios de jogo do ano no Zero Punctuation, melhor narrativa no Machinima e melhor história de PC na IGN. Desde então virou cult, e é comum vê-lo em listas de melhores jogos da geração (ou pelo menos nas de jogos mais subvalorizados) em fóruns de games pela internet afora. Eu quis conferir por mim mesmo.
Fico feliz de ter arriscado, pois certamente foi uma das melhores histórias que vi nessa geração. Ou melhor, que experimentei. É uma daquelas poucas histórias que só é possível apreciar 100% no videogame, pois ela está muito bem mesclada com a jogabilidade. Assistir no YouTube não tem o mesmo impacto.
Se você pretende jogar esse jogo um dia, quanto menos você souber sobre ele, melhor. Mas depois que zerar, você vai ficar morrendo de vontade de discutir a história com os amigos, assim como eu fiquei! Por isso, preste atenção: a partir da próxima seção, este post está lotado de SPOILERS!
Eu recomendo que você pare de ler agora, vá zerar o jogo e volte depois. Trata-se de um jogo curto. Eu levei só seis horas para zerar, embora depois tenha gasto mais uma ou duas para obter algumas conquistas que eu achei que valiam à pena. E se você achar as duas primeiras horas meio genéricas, insista: você não vai se arrepender.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Nórdicos Perdidos
Se você estiver minimamente antenado com a comunidade gamer, certamente já ouviu muita gente por aí repetindo um dos discursos abaixo:
- "Ah, esse jogo aí era bom no ano passado, mas agora? Olha que gráficos datados, não dá mais pra jogar."
- "Nada que é lançado hoje em dia presta, os últimos jogos bons foram os que saíram quando eu ainda era criança."
Com vocês, os melhores jogos já lançados em cartucho: The Lost Vikings e sua sequência, The Lost Vikings II.
terça-feira, 25 de março de 2014
O Novo Suplente do Kratos
Como eu já disse antes, meu maior arrependimento na sétima geração foi ter escolhido o Xbox 360 ao invés do PS3. Isso me privou dos jogos que são reféns da Sony, como diz o Yahtzee.
Por exemplo, God of War. Eu pulei a geração do PS2 (na verdade eu fui do NES para o PC, e só voltei para os consoles com o 360), mas joguei um pouco de God of War na casa dos amigos como muita gente, e mais tarde zerei os dois jogos da franquia no PSP. Desde então essa é minha série de hack'n'slash favorita.
Pois bem, recentemente eu me liguei que ia passar para a próxima geração sem ter jogado nenhum jogo do tipo! Tá certo que não tem GoW para o 360 (até tem, mas é só uma coinciência de siglas), mas tinha que ter um representante legal (do tipo cool, não jurídico) do gênero disponível para o lado verde da força.
Fiquei entre quatro candidatos. Dois deles eu descartei de cara: Bayonetta, bem recomendada, era sexualizada demais; e DMC 4 era um velhinho do começo da geração, e eu não gostei do que vi nos video reviews. Sobraram Castlevania: Lords of Shadow e o novo DmC. Acabei escolhendo o último por ser mais recente, ter notas melhores e me parecer ser mais focado que o jogo do castelo...
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